As onze alavancas que usamos para encher a sala nos eventos que conduzimos, com o ganho médio de público de cada uma e a linha do tempo pronta, do D-10 até o dia do evento.
Todo o resto é método. A circular por e-mail e WhatsApp entrega uma fração do público, e é quase sempre a única coisa que se faz. O evento de fim de ano é planejado com meses de antecedência e convocado em dois dias.
Este é o placar que usamos nos nossos eventos, construído depois de mais de 7.000 lojas visitadas e 4.000 diagnósticos aplicados. Ele vale para a palestra de fim de ano, para o lançamento de campanha, para a reunião de planejamento — para qualquer evento em que você precise do lojista na sala.
Cada barra mostra o teto da faixa observada quando a alavanca é bem aplicada. Os percentuais não se somam de forma linear — o mesmo lojista pode ser impactado pela circular, pelo quiz e pela visita na loja. É a combinação que enche a sala, nunca uma ação isolada.
As duas alavancas do topo — promotor e palestrante passando de loja em loja — são justamente as que não cabem na rotina de uma equipe de marketing que já está montando a campanha de Natal. A alavanca que mais rende é a mais difícil de executar sozinho.
A ordem importa tanto quanto as alavancas. Cada contato prepara o seguinte.
Circular persuasiva, com anúncio do sorteio e do café. Envio do quiz de consciência.
Visitas de loja em loja pelo promotor.
Torpedo de voz.
Ligações humanas, priorizando quem respondeu o quiz.
E-mail de confirmação com convite de agenda.
Visita do palestrante de loja em loja. SMS e e-mail de lembrete.
SMS pela manhã e torpedo de voz 10 minutos antes.
“A última reunião tinha 11 lojistas. Hoje, de maneira orgânica, é uma sala com 166 pessoas.”
Não é teoria de palco. É o que executamos, evento a evento, para a sala não ficar pela metade.